Robôs Geram Empregos e não Desempregos

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Robôs Geram Empregos e não Desempregos

O futuro sempre gera medo e desconfiança e o debate sobre a tecnologia e seu papel também é um tema que gera insegurança. Porém é fato que não há como manter os indivíduos protegidos dos desafios que a robotização traz consigo.

Muitos dizem que os robôs vieram para tomar o lugar dos seres humanos, mas isso não passa de falácia. Se fossemos considerar todos os estudos que promovem estimativas para os próximos 50 anos, já teríamos ficado sem água, sem petróleo e sem emprego.

O grande problema é que essas estimativas se valem do presente e exageram o futuro e, ainda, conseguem fazer com que o passado tenha sido romântico. Podemos afirmar que o passado não era melhor, mas que o futuro também não é impossível e nem negativo.

Revolução industrial trouxe novas oportunidades

A revolução tecnológica está aí e com ela o crescimento da população mundial e como resultado disso tudo, ao invés de diminuir as oportunidades de emprego, elas aumentaram e apareceram outras ocupações que ninguém nunca imaginou.

O desemprego em países mais avançados atingiu índices baixos, pois não ultrapassam 5,5%, assim como a pobreza que caiu de 80% em 1820 para menos de 10% atualmente. Em duas décadas, a mortalidade infantil também foi reduzida.

Podemos dizer que os recursos naturais são fartos, pois as reservas de petróleo estão crescendo e novas fontes estão aparecendo. De 1980 pra cá, as reservas subiram 151%. O gás aumentou mais de 163%.

Os seres humanos fizeram somente na metade do ano de 34 bilhões de barris de petróleo e entre 2010 e 2015 foram descobertos mais de 53 bilhões de barris. Diante disso, podem concluir que esses recursos estão ficando mais baratos e não menos escassos como pregado antigamente.

No entanto, essas ações só têm acontecido devida a maior e magnifica revolução tecnológica que tem sido vivenciada.

Há vinte anos, mais da metade dos empregos que existem atualmente não eram sequer imaginados. Se formos observar dados de mais de 140 anos, eles mostram de forma empírica que a tecnologia está criando empregos e não destruindo.

Sendo assim, podemos concluir que não passa de mentira a ideia de que os empregos com baixa qualificação vão sumir pra frente e por outro lado, novos empregos são criados.

Tecnologia veio substituir empregos maçantes, extenuantes e perigosos

A tecnologia conforme um estudo feito pela consultoria Deloitte evidencia que a tecnologia está substituindo trabalhos maçantes, extenuantes e perigosos, ou seja, aquele que as pessoas não precisam realmente executar e como consequência, são criados oportunidades em outras áreas de serviço, interação e conhecimento humano.

A criação de empregos pela tecnologia apresenta uma lógica direta, pois de um lado estão inovações tecnológicas que estão demandando trabalhadores que auxiliam neste trabalho.

Por outro lado, os preços reais de bens e serviços também é reduzido e isso é motivado pelo avanço tecnológica, pois o emprego é afetado de forma positiva o que faz com que a renda da população aumente trazendo aumento de demanda em novos setores que oferecem bens e serviços.

Com isso, podemos evidenciar que a tecnologia cria empregos especializados e nos setores que atendem necessidades comuns da população que são academias, barbearias e bares.

Sendo assim, podemos dizer que a tecnologia propicia divisão de trabalho de forma profunda, pois traz especialização e propicia um melhor padrão de vida.

Taxas de desemprego em sociedades mais robotizadas são as mais baixas

As taxas de desemprego nas sociedades mais robotizadas em todo o mundo são as mais baixas. No ano de 2016, a International Federation of Robotics (Federação Internacional de Robótica) divulgou dados que apontaram que a Coreia do Sul, Cingapura, Alemanha e Japão tinha uma taxa de emprego que não superava 4%.

Por outro lado, os países que subsidiam baixa produtividade são os que tem as taxas de desemprego mais altas. A França tem bem menos que a metade dos robôs que Cingapura e Coreia do Sul, mais tem uma taxa de desemprego três vezes superior do que os países que tem muitos robôs. A Espanha também tem alta taxa de desemprego.

Empresas como Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google conta com um grande avanço tecnológico e é preciso evidenciar que o progresso dessas empresas não fez com que o emprego fosse reduzido.

Nos EUA, a taxa de emprego é menor desde 1968 e as empresas tem apostado no progresso tecnológica trazendo aperfeiçoamento e força. As empresas tecnológicas, sozinhas, fomentaram ao redor do mundo a criação de novas oportunidades, pois o seu tipo de negócio é novo e assim podemos afirmar que mais empregos foram criados.

Para adaptar profissionais menos qualificados à tecnologia, basta apostar em treinamento real, in loco. No Texas, na Califórnia, em Illinois e em países asiáticos, a tecnologia foi capaz de abrir novas vagas de emprego e não reduzir.

Digitalização trouxe crescimento da produtividade e salários mais altos

Sendo assim podemos evidenciar que a digitalização fez com que a produtividade crescesse nas industriais e resultando em melhores salários.

A automação não veio para destruir vagas, mas para fortalecer as economias, melhorando os rendimentos e diminuindo os empregos que trazem riscos e que são insalubres.

Tudo isso, vai fazer com os setores intensivos e de baixa produtividade diminuam gerando oportunidades em áreas de interações pessoais e serviços, porém será preciso treinar esses profissionais.

O que precisamos deixar claro é que o fator humano sempre foi e será essencial na era da inteligência artificial, porém ele não será mais empregado em tarefas de alta precisão.

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